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	<title>Comentários sobre: Coluna Notas e Apartes do Jornal Correio Semanal de Santo Cristo &#8211; Publicada em 05/12/2008</title>
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	<description>Sugestões de filmes, informática, dicas e outros</description>
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		<title>Por: Joao Carlos Binicheski</title>
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		<dc:creator>Joao Carlos Binicheski</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2008 10:11:51 +0000</pubDate>
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		<description>Penso que o comentario da jornalista refletiu principalmente a sua surpresa (ou a do tal frances) diante do tamanho das cidades da nossa regiao. Precisamos considerar que a regra e que as grandes redes de lojas estejam sediadas em cidades de maior porte. Quis ela, portanto, caracterizar o contraste entre a grandiosidade da empresa e o porte da cidade que era ate agora sede da sua matriz. O termo &quot;vilarejo&quot; sim, na minha opiniao, reflete algum preconceito...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Penso que o comentario da jornalista refletiu principalmente a sua surpresa (ou a do tal frances) diante do tamanho das cidades da nossa regiao. Precisamos considerar que a regra e que as grandes redes de lojas estejam sediadas em cidades de maior porte. Quis ela, portanto, caracterizar o contraste entre a grandiosidade da empresa e o porte da cidade que era ate agora sede da sua matriz. O termo &#8220;vilarejo&#8221; sim, na minha opiniao, reflete algum preconceito&#8230;</p>
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		<title>Por: Christiano Celmer Balz</title>
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		<dc:creator>Christiano Celmer Balz</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 13:04:42 +0000</pubDate>
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		<description>A meu ver, a reação do sr. Donato é exagerada. A autora tentou fazer uma graça e só não foi feliz por pouco - por culpa, talvez, de seu próprio desleixo. Contrastando o antigo modo de viver do sr. Auger, em São Paulo, numa metrópole sufocante, abarrotada de pessoas, veículos e edifícios, com um ar difícil de respirar e um trânsito que está beirando o colapso, a bucólica Santo Cristo, um lugarejo perdido nos confins do Rio Grande do Sul, deve parecer um paraíso na imaginação da jornalista! Uma cidade com apenas 13 mil habitantes, menor que qualquer bairro de São Paulo, um lugar onde é possível ir a pé de casa ao trabalho em apenas 5 minutos, se trata de algo extraordinário para grande parte dos paulistanos (e eu ainda arrisco dizer que para quem, principalmente, mora em seus &quot;bairros nobres&quot;). Mas não vejo uma vírgula na descrição da jornalista que revele todo esse desprezo pela comunidade de Santo Cristo, como parece ao sr. Donato Heinen. Há uma comparação entre dois extremos, o colossal e o minúsculo, o caos e a tranqüilidade, mesmo em se utilizando de dados errados. É óbvio que quem conhece Santo Cristo sabe que o prédio mais alto da cidade não tem apenas dois andares, mas, convenhamos, para quem mora em qualquer outro lugar do Brasil, pouco importa. Se existe o deboche, ele está em se escrever uma reportagem numa revista de circulação nacional com informações vagas, imprecisas, distorcidas ou mentirosas. Mas isso, sr. Donato, é corrente em revistas como a Exame e suas aparentadas (Veja, Istoé, etc.), de modo que o senhor e todos os santocristenses que se sentiram de alguma forma lesados podem ficar tranqüilos. É praxe. É muito provável que a jornalista nem tenha posto os pés em Santo Cristo, e colhido as informações de que precisava na internet e no telefone. Uma pena para ela, pois deixou de conhecer uma cidadezinha muito agradável e hospitaleira.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A meu ver, a reação do sr. Donato é exagerada. A autora tentou fazer uma graça e só não foi feliz por pouco &#8211; por culpa, talvez, de seu próprio desleixo. Contrastando o antigo modo de viver do sr. Auger, em São Paulo, numa metrópole sufocante, abarrotada de pessoas, veículos e edifícios, com um ar difícil de respirar e um trânsito que está beirando o colapso, a bucólica Santo Cristo, um lugarejo perdido nos confins do Rio Grande do Sul, deve parecer um paraíso na imaginação da jornalista! Uma cidade com apenas 13 mil habitantes, menor que qualquer bairro de São Paulo, um lugar onde é possível ir a pé de casa ao trabalho em apenas 5 minutos, se trata de algo extraordinário para grande parte dos paulistanos (e eu ainda arrisco dizer que para quem, principalmente, mora em seus &#8220;bairros nobres&#8221;). Mas não vejo uma vírgula na descrição da jornalista que revele todo esse desprezo pela comunidade de Santo Cristo, como parece ao sr. Donato Heinen. Há uma comparação entre dois extremos, o colossal e o minúsculo, o caos e a tranqüilidade, mesmo em se utilizando de dados errados. É óbvio que quem conhece Santo Cristo sabe que o prédio mais alto da cidade não tem apenas dois andares, mas, convenhamos, para quem mora em qualquer outro lugar do Brasil, pouco importa. Se existe o deboche, ele está em se escrever uma reportagem numa revista de circulação nacional com informações vagas, imprecisas, distorcidas ou mentirosas. Mas isso, sr. Donato, é corrente em revistas como a Exame e suas aparentadas (Veja, Istoé, etc.), de modo que o senhor e todos os santocristenses que se sentiram de alguma forma lesados podem ficar tranqüilos. É praxe. É muito provável que a jornalista nem tenha posto os pés em Santo Cristo, e colhido as informações de que precisava na internet e no telefone. Uma pena para ela, pois deixou de conhecer uma cidadezinha muito agradável e hospitaleira.</p>
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